Pescadores de krill fazem parceria com o Greenpeace para proteger a fauna da Antártida

A pesca do krill na Antártida começou nos anos 70 e continua até hoje. Nos anos 80, as capturas chegaram perto das 500 mil toneladas anuais, e hoje são controladas por orgãos reguladores e organizações como o Greenpeace. Durante o evento do Greepeace Antarctic 360º, uma improvável aliança se formou entre companhias de pesca de krill e grupos de proteção ambiental por uma causa comum: proteger o Oceano Antártico e sua vida marinha.

O Greenpeace está se unindo a membros da Associação para a Colheita de Krill Responsável (ARK) para garantir a sustentabilidade da vida selvagem na calota de gelo do sul. As empresas de pesca individuais que honram o acordo são todas membros da ARK, representando 85% da indústria de colheita de krill antártico.

Sobre o pacto, o pescador honrará a não pesca em áreas conhecidas de reprodução de pinguins, a fim de proteger a vida selvagem. Além disso, grandes porções da Península Antártica estarão fora dos limites de pesca. A parceria também visa apoiar esforços científicos para estudar os habitantes naturais da área. Trabalhando com cientistas e organizações ambientais, os grupos encerrarão as operações de pesca em áreas ambientalmente sensíveis, fechando permanentemente esses locais para a pesca até 2020. A proibição faz parte de um plano para criar zonas de proteção permanente em toda a Antártida e reduzir o potencial de danos à vida selvagem.

O krill é uma parte importante do ecossistema antártico. O crustáceo, parecido com camarão, é uma fonte de alimento para muitos animais do Polo Sul, incluindo baleias, pinguins e focas. Ao criar as amplas zonas de proteção, tanto o Greenpeace como a ARK esperam garantir a sustentabilidade a longo prazo para os animais.

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