Residências compartilhadas podem resolver problemas sociais e combater a solidão

O relatório Viver mais Perto: As muitas faces do Co-housing, produzido pela Studio Weave com o RIBA, argumenta que vários problemas que contribuem para a crise imobiliária do Reino Unido poderiam ser combatidos através da introdução de novos modelos residenciais. “Co-living” (residência compartilhada) poderia ajudar a resolver alguns dos maiores problemas sociais do Reino Unido, desde a solidão até o envelhecimento da população, de acordo com pesquisa do escritório de arquitetura de Londres Studio Weave e do RIBA.

O estudo argumenta que o co-viver (“Co-living”) poderia resolver muitos dos problemas sociais do Reino Unido. Sugere ainda que a convivência em co-moradias (Co-housing) – uma instalação residencial onde os ocupantes compartilham desde espaços básicos de uma casa até serviços premium – poderia ajudar a tornar a vida da cidade mais acessível e prazerosa para uma ampla gama de pessoas.

“As formas de moradia mais sociáveis ​​podem, de alguma forma, resolver alguns dos principais desafios sociais de nosso tempo: aumentar o bem-estar e combater a solidão e identificar como podemos realizar opções de habitação mais sensíveis ou com nuances em uma sociedade cada vez mais idosa”, afirma.

Diferentes modelos de co-vida são possíveis

Os modelos mais comuns de co-vida no Reino Unido são residências estudantis e casas para idosos. Nos últimos anos, houve também um aumento no número de projetos de convivência voltados especificamente para a geração do milênio.

No entanto, o relatório da Studio Weave sugere que uma variedade maior de modelos de co-vida poderia ser introduzida, desde “armazéns e compartilhamentos de casas com terraço, até apartamentos individuais e moradias de estilo universitário”.

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